Um pouco sobre nós, raposas!

Estava a pensar profundamente sobre nós, raposas de qualquer modo, e de acordo com o espírito do Fantástico Senhor Raposo, fiquei pensando porque somos todos nós raposas tão cruelmente combatidas? como no filme A Caçada? Será que somos tão malvadas por querer sobreviver, nos utilizando de nossa astúcia? Nesses tempos todos desde o meu despertar da minha fursona verdadeira e autêntica como Vulpes Vulpes, por isso suscitei o filme Fantástico Senhor Raposo, quando se refere ao canis lupos á vossa frente. Nesse caso, além de profundamente significativo esse filme, pelo menos para meu espírito vulpino, relaciono também para com meu encontro em um dia qualquer e numa tarde maravilhosa com o povo rpgista da Juventude Cidadã, a Kouta Oni/Sky. Em primeiro lugar, não sabia que tão forte e poderosa ela é naquilo que ela trabalha incessante que é a divulgação da cultura furry na sociedade brasileira, além de nos meandros da própria sociedade furry ao qual estamos reconstruindo ela Lidera como Alpha que mereçe. E não por não deixar-me de esquecer seu fiel escudeiro, acompanhante e valente Zanaffer Oni. Para essa dupla fantástica, dou-lhes o parabéns!
Mas andava meio que deprimido com a recente morte de meu professor de filosofia, http://fernandogaebler.tumblr.com/post/3886403420/prof-danilo-di-manno-almeida-nao-somente-um-bom , e um problema específico de nossa espécie vulpina! Nós somos escravizados!!! Somos escravizados quando somos caçados, se no mínimo não sofremos a pior conseqüencia que é a morte! Somos escravizados na literatura e arte yiff (gênero da cultura furry, similar ao hentai e yaoi no meio otaku), somos escravizados com algemas, com chicotes e tudo mais só por sermos raposas, é! descortinei um problema que estava oculto, talvez aos caçadores terríveis de raposas, talvez por nossos inimigos que fizemos e vamos fazendo ao longo da decadence moderna! Não sei, só sei que somos escravizados, abusados, explorados e violados por sermos raposas! Nenhuma espécie é mais maldita e mais caçada do que nós! Não é a toa que vivemos em nossa “histeria” habital, vivemos e falamos em submundos urbanos, sociais e políticos. Não é a toa que dependemos da astúcia nossa de cada dia, nós só levamos vergão nas costas, somos desacreditados todos os dias, nós somos tão perigosos assim? Temos que viver sob eterna exploração e opressão por sermos nós mesmos? o mundo entraria em caos e seria destruído se sermos libertados? Até eu, que considero um dos maiores lutadores pela causa vulpina, sofro todos os dias, constantemente por tentar ser mais intensamente raposo nosso de cada dia, sinto-me sob Parede, amarrado por trás e com uma joelhada nas costas com a arma na minha fuça, me dizendo: Vai tentar? se libertar!!! Seu escravo, raposo maldito, que mereçe ser escravo…

Meu desabafo, meus gritos das correntes, façam uma caridade as raposas! ajude-nos….