Excelente música tradicional Síria! 

(via http://www.youtube.com/attribution_link?a=dba0y9GtHAsxaurJ89oEyw&u=/watch?v=RpaD1c14vxE&feature=share)

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Hoje foi um dia de vários assuntos, passando desde minha recente recuperação de uma recaída quanto a minha esofagite, tanto quanto com relação á política pública, relações partidárias, propostas e também com a filosofia da tecnologia, mas na minha tradicional “salada mista” de assuntos diversos e em seus vários temas, considero importante tratar de qual visão tenho em termos de uma ‘Organização como fundamento para as ações políticas’. Antes de mais nada, considero muito importante, mesmo na sociedade moderna em que vivemos, as formações partidárias, por mais que vemos inovações como ás lutas políticas em redes, através da militância virtual, que favorece uma sociedade do conhecimento, uma transformação da própria política, renovando com os aspectos de uma militância virtual ou tradicional, tanto nas redes quanto nas ruas – já que vivemos em um contexto de amplas mobilizações populares, sociais nas ruas, através da valorização de uma militância criativa, que seja pautada pela crítica, mas também em absoluto pela autocrítica, através da transparência que é próprio do ambiente virtual da Internet.

Por esta questão considero importante, uma instrumentalização da militância virtual através da filosofia da tecnologia, como os questionamentos, como as perspectivas críticas e autocríticas, que tanto a filosofia, quanto a revolução tecnológica possa ter para o desenvolvimento da cultura política, e dentro do contexto da cultura política, ás formações partidárias, que considero importante alguns elementos, já que me considero de uma esquerda desenvolvimentista, que trabalha por uma ampla revolução socialista, por um processo unitário que integre o que há de mais avançando e progressista da esquerda, tanto quanto dos valores éticos e morais da direita, sem no entanto deixar-me de ser democrata, me considero de alguma forma socialista e democrata, pois ao mesmo tempo como na trajetória de Soninha Francine, que ensina o radicalismo democrático de partidos como do PPS, e ao mesmo tempo do radicalismo revolucionário, que além dos marcos de uma esquerda democrática, que renova com inovação, a metodologia da militância, superando a tradicional militância revolucionária pela crítica, mas é necessário fortalecermos enquanto nas ações políticas, os aspectos revolucionários, para não perdermos o foco da unidade para a mudança do Brasil! 

sarahgrey:

College Thesis Collection: Kitsune, Bakeneko & the Tanuki
2012 

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Mesmo defendendo a ásia vermelha, considero tão belíssima a tradição japonesa, dos kitsunes e sua arte correspondente, sinceramente, isto faz parte na defesa da tradição não só católica no ocidente, mas no oriente no contexto do budismo na ásia continental, e também do xintoísmo nipônico, na ásia marítima. Isto tem tudo haver com as formulações em torno de uma renovada cultura revolucionária, com unidade e integração ás tradições dos povos, e pela renovação na ásia, fortalecendo o oriente vermelho, mas valorizando as tradições culturais. Isto tudo, nos marcos de uma Grande Revolução Cultural do Oriente Vermelho!

Sem medo de ser feliz? Sim, tenho muitas saudades do antigo PT, mesmo atualmente, realizando o trabalho de uma militância criativa, que valoriza a crítica e autocrítica, de modo a transformar uma militância de “correia de transmissão”, para uma economia política criativa, já que não estamos mais vivendo no antigo paradigma, mas no paradigma da sociedade do conhecimento, mas vide que no vídeo, na Frente Brasil Popular, composto pelos partidos PT, do próprio então candidato a presidência Lula, do PSB que feito a ruptura com o projeto da Presidente Dilma, com o indicado candidato a presidência do Eduardo Campos, e do PCdoB, que tinha entre seus quadros o Roberto Freire. Confesso que o Partido dos Trabalhadores, mudou muito desde aquele momento, tinha toda uma promessa entorno de mudanças, de uma grande revolução brasileira, mas infelizmente fora frustado com um grupo majoritário que pautou pela manutenção da atual política econômica, e também com ausência de uma ruptura com o velho patrimonialismo, mas nem tudo é caso perdido, como uma maior estabilidade, mais investimentos em infra-estrutura, como de mobilidade urbana, na área da saúde, tanto para a Copa do Mundo, como para as Olimpíadas, e o programa Mais Médicos. Considero que neste breve comentário acerca do vídeo “Sem Medo de ser Feliz”. Deva escrever algum texto? Algo como “Sem Medo de ser Revolucionário”? Talvez… talvez… talvez….